02 abril 2007

Agora que já é do domínio público...


...podem ver abaixo (17 de Março) o post que escrevemos quando soubemos que íamos ser papás.

21 março 2007

Dia Mundial da Poesia

Como hoje se comemora o dia Mundial da Poesia, deixo aqui um exemplar interessante de um grande poeta...


Poesia-Orgasmo

De silabas de letras de fonemas
se faz a escrita. Não se faz um verso.
Tem de correr no corpo dos poemas
o sangue das artérias do universo.

Cada palavra há-de ser um grito.
Um murmúrio um gemido uma erecção
que transporte do humano ao infinito
a dor o fogo a flor a vibração.

A poesia é de mel ou de cicuta?
Quando um poeta se interroga e escuta
ouve ternura luta espanto ou espasmo?

Ouve como quiser seja o que for
fazer poemas é escrever amor
a poesia o que tem de ser é orgasmo.

José Carlos Ary dos Santos

17 março 2007

O 1º dia do resto da nossa vida!

Pois é caros familiares e amigos...

Ainda que só vão ler este post algumas semanas após ele ter sido escrito gostaríamos de partilhar convosco a enorme alegria que hoje sentimos.


Vamos ser Pais!


Eis a prova do crime:



11 março 2007

Este fim-de-semana...

...recebi uma notícia que me deixou muito feliz.
PARABÉNS, amiga!

05 março 2007

Uma verdade inconveniente


"Todos os homens nascem livres e iguais; se, depois decidem casar-se, a culpa é deles."
Marlon Brando

Let's talk about....... women


"A maioria das mulheres gostaria de um dia ter um filho, mas muitas vezes concluem que já se casaram com um."

Sheryl Crow

E depois do Adeus...

Ainda que não tenhamos dito adeus definitivamente a este blog, temos plena consciência que ele já conheceu melhores dias.
É verdade que a nossa vida não tem sido própera em novidades mas a falta de tempo também ajuda.
Andamos a pensar em formas de revitalizar este blog mas as ideias não abundam.
A ver vamos, como diz o cego.

11 fevereiro 2007

A MULHER DECIDE, A SOCIEDADE RESPEITA, O ESTADO GARANTE...

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Finalmente...

AA
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PORTUGAL É HOJE UM PAÍS MAIS LIVRE!

06 fevereiro 2007

Mais um... (SIM ou SOPAS)

"Em Democracia, todos temos o direito (apetecia-me dizer ‘o dever de...’) a assumir uma opinião. Como tal, considero tão respeitáveis e válidas as opiniões pelo SIM à despenalização da IVG, como aquelas que, de uma forma coerente e responsável, se batem pelo NÃO.
No entanto, parece-me também que, essa mesma e nem sempre bem tratada democracia, exige que, ao defendermos essa dita opinião, assumamos, em simultâneo, e na totalidade, as consequências da mesma. E é aqui que a firmeza de alguns ‘NÃOs’ começa a vacilar...
Ao defender o SIM, no referendo sobre a despenalização da IVG, assumo sem preconceitos que estou a dizer que as mulheres que decidem interromper a gravidez até às 10 semanas (qualquer que seja a causa dessa opção), não devem ser, de modo algum, penalizadas por isso. Estou também a assumir que essa interrupção pode (apetece-me de novo dizer ‘deve’) ser realizada numa unidade do Serviço Nacional de Saúde (desde que esse seja o desejo da mulher), em perfeitas condições higiénico-sanitárias. Ao assumir isto, autorizo, com certeza, que uma parte dos meus impostos seja gasta para garantir a dignidade das mulheres e resolver um problema premente de saúde pública. Mas assumo também que estou a dar prevalência ao valor da maternidade responsável e desejada, relativamente a um embrião em estágio muito precoce do seu desenvolvimento. Mas se lhe quiserem chamar uma forma de vida, então eu também assumo, de novo sem preconceitos, que privilegio a vida numa forma mais ampla, mais completa, recheada de afectos, sem culpas e sem traumas. Mesmo que aumentem o dramatismo da situação e acrescentem um coração a bater, eu continuo, sem remorsos, a considerar também os outros corações e a afirmar que um coração sem afecto, pode bater, mas não VIVE.
Era esta frontalidade que eu gostaria de ver nos defensores do ‘Não’. Mas, na maioria das intervenções ela não só está ausente, como o que emerge é uma hipocrisia beata, que se quer fazer passar por benfeitora.
Ainda não percebi muito bem: os defensores do ‘Não’, não querem ver as mulheres na cadeia (é uma coisa feia, que não fica nada bem defender...), mas também não querem que se altere a lei?!... Estranho?! Pois..., mas, na cabeça desta gente, não é incompatível... Então o que defendem é assim uma coisa meio cinzenta (e ilegal, já agora), em que a lei – no papel - penaliza (para preservar as nossas consciências, é sempre bom), sujeitando as mulheres a uma pena até 3 anos de prisão, mas depois, nos tribunais – isto é, na prática – deverão existir uns juízes muito bonzinhos, que fecham os olhos à lei, e, de forma caridosa (e se possível deixando uns bons conselhos para orientar a vida dessa mulher perdida), dizem que, afinal, era só para assustar. E, pronto!, depois deste final feliz, as nossas consciências podem de novo dormir descansadas!
Então a estes eu digo: as mulheres (porque assumem os seus deveres) querem ter direitos, não querem caridade!
Caros defensores do ‘Não’, assumam com coerência as vossas legítimas opiniões. Tenham coragem de dizer que para vocês a vida de um embrião é tão relevante, que justifica que uma mulher que interrompe uma gravidez seja julgada em tribunal e cumpra uma pena de prisão, que pode ir até 3 anos!
Eu sei que as vossas consciências não ficarão tão tranquilas, mas, pelo menos, merecerão mais respeito."


in http://venhammaiscinco.blogs.sapo.pt/551.html

01 fevereiro 2007

Aborto - I

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"Este tema mexe tanto comigo... nem sei por onde começar. Em primeiro lugar acho que ninguém é a favor do aborto. A questão não pode passar por se ser a favor ou contra. Nenhuma mulher (e todas as mulheres o sabem) toma esta decisão de ânimo leve. E por isso acho um disparate o argumento de que o aborto pode tornar-se um método de contracepção. Nunca o será.

Eu acho que não era capaz de abortar. E digo isto porque nunca o fiz. Mas isto sou eu. O meu primeiro impulso é achar que não seria capaz de o fazer, que não quereria fazê-lo, mas sei perfeitamente que sim, que o faria, se me visse numa situação sem alternativa.

Mas esta questão não pode ser discutida partindo destes pontos de vista pessoais e apaixonados. Temos de ser capazes de nos descentrar do nosso umbiguismo. O que me motiva a mim, na minha situação actual e real, não é o mesmo que motiva o vizinho do lado. Compreendo e sou completamente solidária com as mulheres que abortam. Acho que a lei do nosso país é um exemplo do seu monumental atraso em tantas vertentes. Acho uma vergonha ainda serem julgadas no tribunal mulheres que abortaram.

A questão do aborto para mim é essencial, porque mexe com a nossa qualidade humana, com a essência da vida. E a vida, contrariamente ao que muitos pensam, não começa com um aglomerado de células. A vida humana é muito mais do que isso, muito mais do que um corpo a funcionar. Viver não é o mesmo que sobreviver. Há muito tempo já que a nossa espécie deixou de estar apenas ao serviço da sobrevivência pura e dura. O que nos motiva, o que nos faz sentir estar vivos, o que nos anima e nos dá vida é muito mais do que a simples produção do conjunto das nossas células vivas.

E, acerca disto, relembro novamente as palavras de Coimbra de Matos, (..):

"A vida mental do bebé é despertada e animada pelo desejo entusiástico, a paixão dos pais. Se não existir este investimento parental, a mente do bebé não se desenvolve - fica reduzida a uma protomente. O próprio investimento de vida esmorece; é uma sobrevivência apática e abúlica.
Não tendo recebido amor, o indivíduo não vive a experiência fundamental de ser amado. Experiência fundamental e fundadora; sem ela, não há o movimento de expansão a que chamamos mente - a criação contínua. Deveras, ter mente é criar."


(António Coimbra de Matos, Depressividade e Depressão Falhada, publicado em Mais Amor Menos Doença, Climepsi Editores, 2003)

São já sobejamente conhecidas as consequências nefastas para o feto de certos agentes externos, denominados teratogénicos, e que podem comprometer o seu desenvolvimento, tanto no sentido da morte como no da diminuição da qualidade de vida, associada a determinadas deficiências. Tanto, que muitos dos mais arreigados defensores "Pró-Vida" aceitam que o aborto seja praticado nas primeiras semanas, se for comprovado que o feto sofre de alguma mal-formação congénita. Mas há muitos poucos estudos que demonstrem as terríveis consequências para a futura saúde mental do bebé do facto de se nascer sem se ser desejado. O que, quanto a mim, é uma pedra fundamental da questão.Vivemos num mundo ainda muito ligado ao materialismo, ao que é palpável, ao que se vê - o que não se vê é muitas vezes relegado para segundo plano ou mesmo ignorado. Ter trissomia 21 ou sofrer de outra qualquer mal-formação cromossómica é uma razão legalmente aceite para um aborto no nosso país, mas sofrer de falta de amor e desejo dos pais não é. Tavez porque a esfera do sofrimento psíquico não seja visível a olho nú, e as sequelas da alma ainda não sejam encaradas pela comunidade, científica e não científica, com a mesma seriedade que as do corpo. Sabemos que a comunidade científica ligada ao tratamento e acompanhamento destes casos - os psi - há muito tempo que lidam com esta realidade, há muito tempo que a estudam e que lhe reivindicaram um estatuto cientificamente válido, mas a verdade é que essa mesma fatia da comunidade científica ainda não tem força nem poder social e interventivo para, num debate deste tipo, como o é o do aborto, conseguir que a perspectiva unificadora da mente e do corpo seja de facto reconhecida e influencie decisivamente a conceptualização ideológica que rege e determina o poder e a orientação política da sociedade.

Por outras palavras, ainda vivemos na idade média conceptual da dicotomia corpo-mente, em que o primeiro é reconhecidamente o reservatório de todo o sofrimento e mal estar associado à doença e à disfunção. As mal-formações ligadas ao corpo, ao soma, são socialmente reconhecidas como razões válidas para que uma criança não nasça, devido ao sofrimento futuro e à diminuição da qualidade de vida que comportam. Já as mal-formações causadas por estados emocionais e factores afectivos são completamente ignoradas. Não se desejar um filho não é um argumento reconhecido para abortar, é antes encarado como um sinal inequívoco de prevaricação materna, num juízo de valor completamente moralista, como se, pelo facto de se ter relações sexuais, fosse automaticamente obrigatório estar preparada para a maternidade.

Quando a maternidade for uma opção tomada em consciência, talvez tenhamos um mundo melhor. Quando o amor e o respeito pela vida humana forem valores mais altos, talvez o mundo realmente avance. E agora estou a ver uns sorrisinhos irónicos na cara dos que dizem defender a vida opondo-se ao aborto... Sim, é a vida humana que eu defendo! Não, não acho que um conjunto de células se possa chamar de vida humana. E que vida vamos oferecer a esse conjunto de células quando se tornar numa pessoa? É claro que não podemos prever o futuro, mas o facto de não se ser desejado é um factor de risco demasiado relevante. Que, quando conjugado com outros, como a falta de disponibilidade económica, ausência de projectos para o futuro, imaturidade emocional dos pais, isto para dar apenas alguns exemplos, pode ter um resultado explosivo.

E depois acho que os Pró-Vida andam um bocado confundidos das ideias. Porque, ou bem que defendem a vida, e então deveriam defendê-la sempre, ou bem que a não defendem. A vida é um valor demasiado precioso para só se defender às vezes. Será que o filho de uma violação tem menos direito à vida do que outro? Ou um bebé com deficiência cromossómica ou com qualquer tipo de mal-formação? Se é a vida que defendem, e entendendo que a vida começa na concepção, então tenham a coragem de defendê-la em todas as circunstâncias. Sejam coerentes com as vossas ideias.

Mas ainda que eu me identificasse com estes argumentos, o que seria muito difícil, mas tentando fazer esse exercício mental, não entendo como é que se pode ser contra a despenalização. Porque, mesmo que não concordasse com o aborto e o considerasse um acto contra a vida, acho que não seria capaz de fechar os olhos à realidade de milhares de abortos clandestinos, praticados em péssimas condições, que muitas vezes têm como infeliz desfecho a morte de tantas mulheres. O que me confrange mais nas pessoas que são contra a despenalização é a sua hipocrisia e a forma como conseguem ignorar esta realidade. Porque o aborto é uma realidade que mata milhares de mulheres. Mesmo que não concordemos com ele, não o conseguimos impedir. Penalizá-lo é apenas condenar as mulheres a praticá-lo em condições não humanas. Como é que se pode defender a vida de um embrião e fechar os olhos a tantas mortes de vidas de milhares de mulheres?"


In: http://conversandoecomentando.blogspot.com/2006/12/e-finalmente-polmica-o-aborto.html

Faltam-me as palavras...

... para dizer tudo aquilo que gostaria de dizer sobre o aborto...
Por isso, vou tentar pesquisar alguns textos com os quais me identifique e colocá-los aqui no blog.
Porque este é um tema demasiado importante para não ser aqui discutido.

16 janeiro 2007

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Ano novo, vida nova!

04 janeiro 2007

20 dezembro 2006

Paz na terra prevista para dia 22 de Dezembro

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A proposta da organização Global Orgasm é claríssima: Vamos todos contribuir para a paz mundial através do prazer. Ao mesmo tempo.

O fim da guerra e de todos os conflitos mundiais pode ser, afinal, mais fácil de alcançar do que se pensa. Falhadas que foram muitas negociações diplomáticas, o caminho para a Paz passa, calcule-se, pelo prazer. E é partindo desta premissa que uma Organização Não Governamental lança ao mundo um desafio que tem tanto de insólito como de nobre: um Orgasmo Global Sincronizado pela Paz.
E dada a dimensão da causa, este orgasmo tem regras e exige (mais do que todos os outros) sintonia e entrega total, não só com o parceiro escolhido mas com o mundo em geral.
O objectivo da
Global Orgasm é conseguir que no próximo dia 22 de Dezembro o maior número de pessoas tenha um orgasmo ao mesmo tempo, concentrando (durante e depois) a sua energia para pensamentos positivos a favor da Paz e do fim dos conflitos mundiais.
Na sua declaração de missão, a organização faz saber que “a combinação da alta energia orgasmica, com uma vontade intensa, tem um efeito maior do que a meditação e as orações em massa”. Tudo porque este orgasmo colectivo (se a participação for a que se espera) será capaz de injectar elevadíssimos níveis de energia positiva no campo magnético da terra. O resultado directo: a redução dos níveis de violência no mundo.

E para que tudo corra bem, nem a data é escolhida ao acaso. O dia 22 de Dezembro representa o solstício de Inverno, que no calendário Maia significa um «recomeço». A organização explica que esta iniciativa é à escala mundial, mas apela à especial participação dos residentes em países com armas de destruição massiva ou onde se vivam situações de conflito. Mas esclarece que o mundo inteiro é bem vindo a esta causa.
Para facilitar a sincronização deste Orgasmo Global pela Paz, a organização coloca na sua página na Internet um relógio com a contagem decrescente para o grande momento.
É já daqui a 19h e 29min.

Vamos contribuir!

18 dezembro 2006

Para a amiga que está a pensar ser mãe em 2007

As dez maneiras de sabermos se estamos preparados para a maternidade/paternidade...

1) Vestir as crianças não é tão fácil como parece. Primeiro compre um polvo vivo e um saco de rede. Tente enfiar o polvo no saco sem deixar nenhum braço de fora.

2) Esqueça os carros desportivos e compre um Volvo, e não pense que o pode deixar à porta impecável e a brilhar. Os carros de família não são assim... Compre um gelado e guarde-o no porta-luvas. Enfie uma moeda no leitor de cassetes, desfaça um pacote de bolachas e atire-as para os bancos traseiros.

3) Prepare-se para sair... Espere à porta da casa de banho durante meia hora. Saia para a rua. Volte a entrar. Saia. Entre de novo. Volte a sair.Volte a sair e ande um bocado em frente da casa. Entre. Saia. Caminhe devagar ao longo da estrada durante 5 minutos. Detenha-se para examinar minuciosamente todas as beatas, pastilhas elásticas, lenços sujos e insectos nojentos que encontre pelo caminho. Está pronto a levar uma criança a passear.

4) Para antever como serão as noites, ande às voltas pela sala entre as 5 da tarde e as 10 da noite, com um saco molhado com cerca de 6kg de peso.Às 10 pouse o saco, meta o despertador para a meia-noite e vá-se deitar. Levante-se à meia-noite e ande às voltas na sala de estar com o saco ao colo até à 1 da manhã. Ponha o despertador para as 3:00; Como não consegue voltar a adormecer, levante-se às 2:00 e tome uma bebida. Volte para a cama às 2:40. Levante-se quando o despertador tocar às 3:00. Ponha o despertador para as 5:00. Levante-se. Prepare o pequeno-almoço. Repita durante 5 anos, sempre de cara alegre.

5) Antes de se decidir, por fim, a ter filhos, descubra um casal que já os tenha e censure-lhes o métodos de disciplina, a falta de paciência e o facto de os deixarem fazer tudo. Sugira maneiras de melhorar os hábitos de sono e de ir ao bacio, de apurar as maneiras à mesa e o comportamento em geral. Desfrute da sua última oportunidade de acertar nas respostas para os problemas.

6) Tire o miolo a um melão e faça-lhe um buraco com as dimensões de uma bola de golfe. Suspenda do tecto com um fio e faça-o balançar. Pegue numa tigela de sopa e tente encher o melão através do buraco. Continue até ter apenas metade da sopa. Derrame o resto no colo. Está apto a alimentar um bebé de 1 ano.

7) Vá ao supermercado e leve consigo o que mais se parece com uma criança.O ideal, é uma cabra em idade adulta. Caso queira ter mais do que uma criança, leve mais do que uma cabra. Faça as compras sem perder a(s) cabra(s) de vista e pague tudo o que elas destruírem.

8) Aprenda o nome de todos os personagens dos desenhos animados da actualidade. Quando der por si a cantar no banho canções típicas da infância de hoje, está apto(a) a receber o seu diploma de pai/mãe.

9) Mulheres: Para se prepararem para a maternidade, vistam um roupão e pendurem um saco de feijões à frente. Deixe-o ficar assim 9 meses. No fim, retire 10% dos feijões.

10) Homens: Vão à farmácia local, despejem o conteúdo da carteira no balcão e digam ao farmacêutico que se pague. Dirija-se, em seguida, ao supermercado e mande o seu ordenado ser lá pago directamente.

17 dezembro 2006

Faltam 4 dias para...

...entrar de férias;
...o solistício de Inverno;
...o começo do Inverno;
...a comemoração do nascimento de Estaline;
...o meu aniversário!

04 dezembro 2006

Podia ser uma velha a escrever isto...

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28/Julho/2006: PNEUMONIA
Medicação:
Tavanic (Levofloxacina 500mg) - 12 dias
Mucosolvan

8/Agosto/2006: GASTROENTERITE
Medicação:
Soro
Injecção endovenosa de: Ciprofloxacina 200mg + Butilescopolamina 20 mg + Metoclopramida 10 mg + Omeprazol 40mg
Ciprofloxacina Giroflox 500mg - 5 dias
Buscompan Compositum N
UL

16/Novembro/2006: I.U.
Medicação:
Ciproxina (Ciprofloxacina 500mg ) - 7 dias

03/Dezembro/2006: CRISE RESPIRATÓRIA
Medicação:
Injecção endovenosa de hidrocortisona 300mg
Nebulização com oxigénio
Claritromicina Mepha 500mg - 10 dias
Mucosolvan

Nos entretanto: Vários episódios de constipação com a frequência de 1 de 15 em 15 dias.

Incursão ao SNS

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Domingo, 8h da manhã dou entrada no HPH com dificuldades respiratórias, tosse e outros sintomas indicativos de constipação. Mas a minha principal preocupação, era mesmo a dificuldade em respirar que me obrigou a dormir (se é que lhe posso chamar isso) sentada.
1 min à espera, sou chamada pela triagem, medem-me os níveis de saturação de oxigénio e atribuem-me pulseira amarela: 60 min.
No entanto, ao fim de 20 min o médico está a chamar por mim (muito bem, penso eu).
Entro no consultório começo a explicar a dificuldade em respirar e refiro o episódio de Pneumonia que tive no Verão. Aqui a coisa começou logo a ficar complicada porque o médico pediu-me para falar em uma coisa de cada vez senão era muita confusão.
Posto isto, pede desculpa e vai lá fora. Regressa e diz: "Peço desculpa mas hoje é o meu primeiro dia neste hospital" (pelo que percebi devia ser o primeiro dia dele e ponto final).
Lá vem outro médico, explica-lhe como se trabalha com o software, mostra-lhe onde estão os papéis e ele encaminha-me para o raio-x.
O médico foi sempre muito atencioso e simpático, sobre isso nada a dizer.
Espera no raio-x: 5min. Óptimo.
A partir daqui começaram os meus tormentos. 1h, 2h, 2h30 e nada. Pergunto a um enfermeiro se os RX costumam demorar tanto tempo ao que ele responde que costumam ficar disponíveis imediatamente no sistema.
Vou ter com o médico, explico-lhe isso e ele continua a insistir que no sistema não aparece nada. Felizmente, nessa altura passa uma auxiliar, a quem o médico pede ajuda e que lhe explica que ele tem que carregar no actualizar para a informação ser descarregada. Dahhh!
Mas o melhor foi depois.... Conversa do médico: "Não tens pneumonia. Agora, queres fazer nebulização?". Respondo: "O médico é o Sr. Dr., eu não sei." Ele continua:"Olha, estas tubagens dos hospitais só servem para apanhar doenças, vai para casa, agasalha-te, o teu marido que te dê umas pancadas nas costas para soltar a expectoração e vai com Deus que vais melhorar"...
Concluindo: Vim e fui à farmácia comprar um xarope para a tosse e à noite estava no privado da Boavista, a levar uma injecção nas veias de hidrocortisona, a oxigénio e a fazer nebulizações.

P.S. - Além de tudo o resto, o médico era surdo e tinha dificuldades na fala. No resto da equipa: nenhum português. É este o sistema de saúde que temos.